quinta-feira, 16 de maio de 2019

Campanha de Pré-venda 
Maricota não é anedota

Maricota não é anedota é uma história divertida sobre uma menina que descobre uma aptidão para magia e, a partir daí, vai estudar em uma Escola de Magia, onde, por se destacar como excelente aluna, vira alvo de bullying. Maricota tem seu nome usado para fazer anedotas mágicas e rimadas (chamadas tiraniques), que lhe causam profunda irritação e tristeza, ainda mais quando seus colegas aderem à brincadeira. 
"Eu escrevi sobre bullying porque foi algo que me incomodou quando era jovem, parecia que tudo era razão para ser zoado pelos colegas: ser tímido, ter espinhas ou uns quilinhos a mais. O bullying afeta a autoestima, causa estresse e insegurança em crianças e adolescentes, tornando a escola um ambiente desmotivador ou até mesmo tóxico em vez de ser um local de socialização e aprendizagem.
O objetivo do livro vai além do entreter, mostrando sem didatismo ou chatice educativa ao leitor-criança como ele pode tomar as rédeas das circunstâncias que o envolve, mesmo que a princípio elas pareçam opressoras ou intimidatórias, e transformar sua vida para melhor, rompendo com o ciclo imposto pelo bullying, sem se render a ele ou 'jogar na mesma moeda'”. (Henrique Vale)
Vamos descobrir o que Maricota fez para superar essa situação? 


terça-feira, 15 de agosto de 2017

Olá pessoal, tudo bem?
Estou com projeto para publicação da minha primeira novela (AQUARELA DE UM SONHO DISTORCIDO), cujo tema central aborda de maneira profunda a questão do uso e abuso de drogas, de forma empolgante e envolvente. A campanha está sendo realizada através do KICkANTE, um dos maiores sites de financiamento coletivo.
Peço ajuda nesta empreitada. Colaborando você vai receber uma recompensa de acordo com sua disponibilidade. Saiba mais sobre as recompensas no link abaixo.
https://www.kickante.com.br/…/aquarela-de-um-sonho-distorci…
Peço cordialmente ainda, que compartilhe está mensagem com seus amigos nas redes sociais. Ajudando-me escrever um novo caminho na história da literatura brasileira.
Desde já agradeço e um forte abraço!

Leonel Ferreira
Poeta e Escritor

sexta-feira, 11 de agosto de 2017



Flor Cinza
De nada servem as palavras que não alcançam tua alma
Sou peregrino de limbos estranhos forjados pela busca.
Desta estrada espinhosa ainda há espaço para sonhar.
Desejar os desconhecido a vibrar nas revoadas do
[imponderável.
Sigo com a alma cheia, tal a lua permitindo-se
ao olhar admirado de uma mulher...
Depois esvazio-me evolando pela metade
sem o brilho, a fagulha desejada.
Persisto em novos luares.
Me sinto invisível, a solidão me arrebata.
Fluo pela falta de carícias, trocas de intimidade
conforto de abraços que exaltam a alma.
Ainda que eu não possa extravasar
todos os sentidos...
Recolho-me sozinho numa casa modesta.
Mas as intempéries perpassadas no espirito insistem.
Restando apenas o colchão e os lençóis
para reconfortar o impossível...
Leonel Ferreira
08/08/2017
São João de Meriti

segunda-feira, 7 de agosto de 2017


Flor de Carmim
Não sei quem és tu que habita meus pensamentos
Radicado na minha na solidão sonho encontrar-te
Mas Como saber onde estás?
Apenas sinto em meus pensamentos
tua presença neste mundo machucado.
Em sangue segue está alma sedenta por ti
imaginando teu cheiro, jeito, gostos e saberes.
Mas só de imaginação não pode viver um homem
No entanto essa angústia de não conhecer-te
embriaga o fluxo da minha alma.
É um amor sem vivência que permanece volátil
ora inerte, ora tomando-me de forma retumbante.
Quem és tu, que ressoa nas brumas do tempo?
Em notas puras de alegria e dor?
Dor que me envolve, pureza que me eleva.
Espero-te tanto minha querida
Que o tempo perdeu espaço nas dimensões do âmago.
Mas temo envelhecer, virar outono
e descobrir que tu és intensa primavera.
Jovem feito um broto de flor a descobrir o sol.
Ainda assim permaneço minha caminhada
na ânsia absurda de poder olhar teus olhos e senti-la
Sentir minhas mãos a acariciar teu corpo
ouvir teus gritos ou tua fala leve e suave
em meus ouvidos completamente atentos.
talvez seja loucura amar-te tanto
sem saber de tua existência
sem saber como são os traços de tua face
a vivacidade de teu olhar ante aos meus
Amo-te naturalmente e sem desespero
porém intenso e irredutível
Esperançoso pela mágica do encontro.
Leonel Ferreira
São João de Meriti - RJ
06/08/2017

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Votação resultados

POESIA -maior votação: REM- Natanael Otávio

CAVILAÇÕES 4.29%  (3 votes) 

O relógio 10%  (7 votes) 

A Joia sem Pudor 1.43%  (1 votes) 

Relíquia 1.43%  (1 votes) 

Tic-tac 4.29%  (3 votes) 

Impressões sobre o tempo 0%  (0 votes) 

Tempo 1.43%  (1 votes) 

Transitório 7.14%  (5 votes) 

REM 67.14%  (47 votes) 

Lapso do beijo 2.85%  (2 votes) 


MINICONTO -maior votação: A vida de quem ainda não descobriu a internet -Anna Oliveira

1 3.14%  (6 votes) 

2 0.52%  (1 votes) 

3 11.52%  (22 votes) 

4 4.19%  (8 votes) 

5 3.14%  (6 votes) 

6 27.75%  (53 votes) 

7 0.52%  (1 votes) 

8 32.98%  (63 votes) 

9 16.23%  (31 votes) 

10 0%  (0 votes) 







Minicontos para votação -dia 19 a 23 de janeiro 


                                                                              

               1
PERDAS SEM GANHOS
Elias Antunes
Este aparelho que está em minhas mãos não serve para dizer o quanto espero, o quanto andei atrás, o quanto trabalhei, suei, vinguei, morri e perdi. O relógio está quebrado.
2

Clara Sznifer


Para correr, acorda o relógio. Para amar, já esqueceu de desacordá-lo!


3
Perda de tempo
José R Siqueira
                Descendo a grande duna, ia meditando sobre sua existência. Não sabia se ia ou vinha de algum tempo. Meditava. E, nesse estado, deu de encontro com uma barreira de vidro. A areia ia-lhe fugindo por sobre os pés. Olhou para cima e avistou uma enorme cobertura de madeira por céu. Veio o estalo natural das descobertas tardias: seu tempo esgotara.

4

RELÓGIO DE MINHA SALA
Cláudio de Cápua

Aquele relógio cuco, parado, na parede de minha sala, em outra época, já foi ditador dos tempos. Hoje, sem função, tem um consolo, duas vezes por dia, está  absolutamente certo.

5
Carolina Ramos
No relógio da Sé, quase meia noite... Sonhava ser feliz! Só uma estrela, no céu da esperança! Rua deserta...a alma, também! Longe, um vulto! Abriu-lhe os braços... Aquele Pai Noel, sem lar, dividiu com ela um sonho...sua ceia de Natal. Meia noite! Uniram-se os ponteiros... eles também!
6
O assassinato do tempo
João Alberto de Faria e Araújo

Mataram o tempo! Dizia – em prantos – o relógio de pulso. Seguindo uma pista, os ponteiros das horas prenderam o dos segundos, que foi visto fugindo da cena do crime. Interrogado, confessou: um ácido venenoso fora a causa mortis. A pilha, a principal suspeita, não foi encontrada. Tinha vazado.  

7
O TEMPO ENQUANTO FIM
Paulo Silas Filho
O relógio restava inerte. Seus ponteiros já não mais moviam. O sangue do seu dono também não mais corria. O alvo foi atingido algumas vezes. Sucesso. Corpo e objeto foram atingidos. O tempo ali findou, no corpo e no espírito, no concreto e no abstrato.
8
A vida de quem ainda não descobriu a internet
Anna Oliveira

Tic-tac. São três e trinta. Tic-tac. O trânsito continua infernal. Tic-Tac. São três e trinta e sete. Tic-tac. São três e quarenta e quatro. Mais dois semáforos fechados. Tic-tac. Tic-tac. Tic-tac. Passou das quatro. Fica para amanhã pagar o boleto atrasado.


9
Parto
CRISTINA ALMEIDA CRISPIM
- Passa o relógio e a mochila! O tic-tac lembra uma bomba; tudo girando em volta. Faca colada no ventre de oito meses, recuo. "Nem respeita inocente! Pense rápido..." Abro a pulseira, deslizo na parede e imito fêmea parindo. Deu certo; foi-se, de medo. Fica a mochila e, no bolso, R$ 800, 00.

10

JAMES BOND
Roselaine Hahn


O relógio tiquetaqueou um quarto de hora passado das doze. A maleta abriu-se. A multidão esbugalhou os olhos na granada, na escopeta, na caneta. O relógio parou no silêncio irritante de agente secreto. Ao menos ele não disse: “Meu nome é Bond, James Bond.”

sábado, 14 de janeiro de 2017

Poemas selecionados para votação até dia 17 de janeiro

1

CAVILAÇÕES
Elias Antunes

Ruminando os capins da memória.
Manada era seu nome, pois muitos havia.

Um cão latindo contra o não.
Contra o relógio do tempo.

Esse corpo preso em
Jaulas/apartamentos,
Contaminado pela
Ferrugem dos anos.

O tempo cai como
Chuva de fogo
Sobre esse corpo
Decrépito
Que amou e sofreu.


2


                  O relógio
Reginaldo Costa de Albuquerque


Velho relógio de parede altivo,
tarde dormita na moldura fria;
cedo palpita em tom evocativo,
num eucológio anunciando o dia.

Às vezes, creio que ele é um ente vivo,
um anjo à toa que a memória cria...
Salta, anda, voa... Canta sem motivo...
E agrada em cheio sua voz macia!

Gentil assim, terá crenças?... Bondade?...
Eis que o jardim trescala uma saudade!
Surge de luto um sonho fenecido...

Num gesto bruto, atira o objeto fora!
Na agitação, o tique-taque implora...
Treme, no chão, meu coração partido...


3


A Joia sem Pudor
Maria Caroline Stone

Me sinto como um estranho
caminhando
em desertos lotados
á passos folheados por um Vazio sem Pudor
regulado

O teu Amor 
costumava ser o meu Rancor
e tua Dor, o sabor

Só que naquele átomo de instante
                                                 - último verbo dos versos malditos-
                                                  dominical,
os seus Olhos tornaram-se as horas iguais
de um relógio sem pilhas
que me esqueci de explodir mentalmente
                            [em minha ilha].



4

Relíquia
Dayse Sobral

Eu queria guardar todo o tempo dentro de uma caixinha minúscula, assim tão miúda que coubesse dentro da minha mão. Eu queria registrar o momento exato da chegada sem esquecer a tua saída. Guardar tantos olhares fugitivos e os passos mais apressados...



5


Tic-tac
Emanuela Rodrigues


Tic-tac, segue o pêndulo indeciso;
Tic-tac, caem pingos de goteira;
Tic-tac, o cardíaco regressivo;
Tic-tac, no abismo de areia.   



6



Impressões sobre o tempo
Thássio Ferreira

À fluidez ácida dos dias e horas
contrapõe-se o bruto imobilismo cáustico dos minutos
rígidos, duros, incomunicáveis,
indissolúveis nos abstratos vazios entre si.
À miscelânea de sóis e luas
e sonos e sons
os minutos permanecem puros,
sem se misturar, sólidos, conflituosos,
relutantes em ceder lugar a seus companheiros?
Não! Seus seguidores? Não! Seus oponentes,
enquanto seus mestres, seus patrões
entregam-se a orgias
mesclando-se e fundindo-se uns aos outros.

Mas essas são apenas impressões sobre o tempo
que as engrenagens dos relógios não podem ouvir...


7


Tempo
Rosana Mezzomo Oliveira

Tanta gente que passa
Tanta gente que fica
Tantos anos sem graça
Tantos anos sem vida.
Mudanças...

Anos viram velhos
E novos
“No meu tempo”
“Agora”
“Daqui a cinquenta anos”
Mudanças...

Fotos amareladas,
Rosadas, marrons.
Um arco-íris
Na antiga caixa das recordações.

Momentos vividos
Momentos a serem vivenciados.

Memórias para recordar,
Datas importantes,
Dias ruins para não lembrar,
Tudo está sempre a mudar...

O relógio não para,
O tempo não cessa,
E a cada segundo
Crio novas memórias
Crio novas ideias
Para sempre guardar.


8


Transitório
Jessyca  Santiago


Muro de tijolo maciço,
Telha de forno de barro,
Feira nas manhãs de sábado
Bem cedo em frente a igreja.

Um cão deitado na rua
Observa o carro que passa,
O relógio no centro da praça
Já há muito não quer trabalhar.

Ninguém avisou que é Inverno
Á flor a beira da encosta,
As crianças correm descalças
Por onde o tempo caminha devagar…

De belo e eterno, dizem ser, só o
Sonho, mas a memória eterniza
A brevidade da gente dessa cidade
Que não se importa de com o tempo
Passar…


9


REM
Natanael Otávio

Aproximam-se
Os ponteiros do relógio
Da hora marcada para despertar.
Sempre estou voando,
Mas nunca sei aonde irei pousar.
Por isso estou deixando
Uma trilha para saber voltar.
Imagens póstumas e viventes,
Verdades distorcidas em sonhos eloquentes:
Um palácio de vidro,
Um gato latindo,
Uma bruxa que, de repente,
Se transforma em meu amigo...
Canta à beira de um lago uma mulher,
Remam em dissonância dois remadores,
Um para voltar e o outro para seguir seus labirintos.
Ela estava à beira de um lago ou de um abismo?
Nua Minha Sua (de) Ninguém.
Ela irá embora,
Tudo irá embora,
Quando o relógio despertar.


10



Lapso do beijo
Anderson Carlos Maciel


Soa
Flui, acordo, trôpego
E clichê.

Ele
O tempo, - e você

Dia cinzento
Aqui, dentro, - do peito
Um pleito em te ver

Contra o relógio
Poemas, unguentos das horas
Afora o sentimento
Atômico
Randonômico

Sofro, - olho
Confiro, infiro, - choro
Tropeço nos ponteiros
Dos teus botões

Teus cabelos soam
O alarme do lapso
Do meu beijo.




quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Divulgação


Cinquenta poemas e uma canção desarmada

Raquel Scarpelli

Neste livro, a autora apresenta alguns poemas de sua autoria. São tratados temas como a liberdade, as naturezas feminina e humana e seu amor pelo Rio de Janeiro.








terça-feira, 6 de dezembro de 2016

quarta-feira, 30 de novembro de 2016


Divulgação



Está aberto as inscrições para o 1° Concurso Nacional de Literatura Prêmio Maria Firmina dos Reis. O edital pode ser conferido no endereço eletrônico:



http://livromundoo.blogspot.com.br/

segunda-feira, 31 de outubro de 2016



Divulgação 



Estão abertas as inscrições para a Antologia de Poesias, Contos e Crônicas LIVRO LIVRE - até o dia 30 de dezembro de 2016.


Pode ser conferido no endereço eletrônico:

http://livromundoo.blogspot.com.br/2016/10/estao-abertas-as-inscricoes-para.html?spref=fb


E também pode ser conferido o concurso literário José Carlos do Patrocínio no endereço:

http://livromundoo.blogspot.com.br/2016/10/i-concurso-literarito-jose-carlos-do.html

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Conversando com o luar
Rômulo Reis

Lua responda-me quem tu és?
Será o olho noturno do criador?
Porque as estrelas a ti são fies?
Formando esse imenso refletor!
Eu posso responder para você
Pois não me compreendes de verdade
Não cobro nenhum cachê
Para expor minha claridade
A minha cor prateada
Ilustra a perfeita nudez
Do sol sou namorada
E causo uma alta embriaguez.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016


Quero convidar a todos para o lançamento do livro infantil "Vamos apostar corrida?",  pela Editora Bambolê e com ilustrações de Vanessa Prezoto. Próximo sábado, dia 08/10 no Circuito Liberdade (Praça da Liberdade), estande 44 -Belo Horizonte/MG

domingo, 11 de setembro de 2016



IMPREVISÕES DE SOL
Elicio Santos do Nascimento


Enquanto há sopro, há sonho.
Há encanto no encontro
Encontros sem encanto
E desencontros.
Mas, havendo sopro,
O sonho responde
Seus descontos.
Enquanto o encontro soprar

Há o (mas) do sonho.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

A DANÇA DA VIDA DE MUNCH
Sara Timóteo
                 
Amas uma mulher de rosto azul.
Com os seus pés, ela
converte as minhas paisagens interiores
em miragens calcinadas pelos dias;
ela que, com asas vorazes, te arrebata de mim a cada momento.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Lembranças
Isabel Maria Alves Mezzalira

Como o triste marinheiro
Deixa em terra uma lembrança
E a saudade que o consome,
Assim, nas folhas da Vida,
Eu deixo meu pobre nome.

E se nas ondas da Vida
Minha barca for fundida
E o meu coração despedaçado,
Ao ouvir o canto sentido,
Do pobre nauta perdido,
Teus lábios dirão – coitado!

E dos seus olhos saltará
Uma lágrima viva e plena,
Que a tristeza desmanchará,
Dando forças e alegrias
A quem você achar.



segunda-feira, 22 de agosto de 2016

DESAFIO DE AGOSTO-DEZEMBRO 2016

Se você deseja participar do próximo número do Jornal Literário Olaria das Letras envie um microconto (máximo de 3 linhas- Times New Roman 12 com espaçamento) ou um poema para o e-mail:

O TEMA É “RELÓGIO”

Tanto o poema como o conto devem ter alguma relação ou no mínimo uma menção da palavra tema. Usem a criatividade, fujam dos lugares comuns.
Serão classificados 10 contos e 10 poemas, que podem integrar o Jornal. O primeiro lugar no conto e o primeiro na poesia recebem como prêmio simbólico R$100,00 (CEM reais) cada. 
As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de DEZEMBRO.
As 10 melhores poesias e os 10 melhores minicontos serão colocados no blog para votação online. As poesias terão período de votação a partir do dia 14 até o dia 17 de JANEIRO e os minicontos do dia 18 a 21 de JANEIRO de 2017, data em que será anunciada a classificação final.
Os classificados até a 10º posição concordam em ser publicados no blog e na página da Olaria das Letras no facebook.   
 Os candidatos assumem total responsabilidade pela autenticidade dos trabalhos enviados.



O envio implica na autorização para a divulgação dos trabalhos.




1ºLUGAR POESIA - AUTOR -PAULO CÉSAR



1ºLUGAR MINICONTO: QUE RAIVA! -SILAS CAMILO DE 

LIRA




Poesia Total Votes132


COUNT
PERCENT
COUNTRY
OVERALL
COTIDIANO
8
6.06%
6.06%
Guardada no íntimo
1
0.76%
0.76%
FURIBUNDO
4
3.03%
3.03%
Impossível
4
3.03%
3.03%
RAIVA
5
3.79%
3.79%
Certas vezes
3
2.27%
2.27%
7 autor: Paulo César
60
45.45%
45.45%
Estereótipo
17
12.88%
12.88%
9- Raiva
11
8.33%
8.33%
10-Raiva!
19
14.39%
14.39%


Minicontos    Total Votes124


COUNT
PERCENT
COUNTRY
OVERALL
ILUSÕES
10
8.06%
8.06%
Não há de ser o Lázaro
9
7.26%
7.26%
Escorrega numa poça (...)
1
0.81%
0.81%
Pronto Socorro
5
4.03%
4.03%
A fúria do senhorio
34
27.42%
27.42%
Moça pacata
4
3.23%
3.23%
QUE RAIVA!
42
33.87%
33.87%
As penas de Maria
6
4.84%
4.84%
ERA DIFERENTE
8
6.45%
6.45%
Somos nuvens (...)
5
4.03%
4.03%