DESAFIO -PRÊMIO R$1000,00
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 16 de maio de 2019
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sexta-feira, 25 de agosto de 2017
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Olá pessoal, tudo bem?
Estou com projeto para publicação da minha primeira novela (AQUARELA DE UM SONHO DISTORCIDO), cujo tema central aborda de maneira profunda a questão do uso e abuso de drogas, de forma empolgante e envolvente. A campanha está sendo realizada através do KICkANTE, um dos maiores sites de financiamento coletivo.
Peço ajuda nesta empreitada. Colaborando você vai receber uma recompensa de acordo com sua disponibilidade. Saiba mais sobre as recompensas no link abaixo.
https://www.kickante.com.br/…/aquarela-de-um-sonho-distorci…
Peço cordialmente ainda, que compartilhe está mensagem com seus amigos nas redes sociais. Ajudando-me escrever um novo caminho na história da literatura brasileira.
Desde já agradeço e um forte abraço!
Leonel Ferreira
Poeta e Escritor
Estou com projeto para publicação da minha primeira novela (AQUARELA DE UM SONHO DISTORCIDO), cujo tema central aborda de maneira profunda a questão do uso e abuso de drogas, de forma empolgante e envolvente. A campanha está sendo realizada através do KICkANTE, um dos maiores sites de financiamento coletivo.
Peço ajuda nesta empreitada. Colaborando você vai receber uma recompensa de acordo com sua disponibilidade. Saiba mais sobre as recompensas no link abaixo.
https://www.kickante.com.br/…/aquarela-de-um-sonho-distorci…
Peço cordialmente ainda, que compartilhe está mensagem com seus amigos nas redes sociais. Ajudando-me escrever um novo caminho na história da literatura brasileira.
Desde já agradeço e um forte abraço!
Leonel Ferreira
Poeta e Escritor
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Flor Cinza
De nada servem as palavras que não alcançam tua alma
Sou peregrino de limbos estranhos forjados pela busca.
Desta estrada espinhosa ainda há espaço para sonhar.
Desejar os desconhecido a vibrar nas revoadas do
[imponderável.
Sou peregrino de limbos estranhos forjados pela busca.
Desta estrada espinhosa ainda há espaço para sonhar.
Desejar os desconhecido a vibrar nas revoadas do
[imponderável.
Sigo com a alma cheia, tal a lua permitindo-se
ao olhar admirado de uma mulher...
Depois esvazio-me evolando pela metade
sem o brilho, a fagulha desejada.
ao olhar admirado de uma mulher...
Depois esvazio-me evolando pela metade
sem o brilho, a fagulha desejada.
Persisto em novos luares.
Me sinto invisível, a solidão me arrebata.
Fluo pela falta de carícias, trocas de intimidade
conforto de abraços que exaltam a alma.
Me sinto invisível, a solidão me arrebata.
Fluo pela falta de carícias, trocas de intimidade
conforto de abraços que exaltam a alma.
Ainda que eu não possa extravasar
todos os sentidos...
Recolho-me sozinho numa casa modesta.
Mas as intempéries perpassadas no espirito insistem.
todos os sentidos...
Recolho-me sozinho numa casa modesta.
Mas as intempéries perpassadas no espirito insistem.
Restando apenas o colchão e os lençóis
para reconfortar o impossível...
para reconfortar o impossível...
Leonel Ferreira
08/08/2017
São João de Meriti
08/08/2017
São João de Meriti
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
Flor de Carmim
Não sei quem és tu que habita meus pensamentos
Radicado na minha na solidão sonho encontrar-te
Mas Como saber onde estás?
Apenas sinto em meus pensamentos
tua presença neste mundo machucado.
Em sangue segue está alma sedenta por ti
imaginando teu cheiro, jeito, gostos e saberes.
Radicado na minha na solidão sonho encontrar-te
Mas Como saber onde estás?
Apenas sinto em meus pensamentos
tua presença neste mundo machucado.
Em sangue segue está alma sedenta por ti
imaginando teu cheiro, jeito, gostos e saberes.
Mas só de imaginação não pode viver um homem
No entanto essa angústia de não conhecer-te
embriaga o fluxo da minha alma.
É um amor sem vivência que permanece volátil
ora inerte, ora tomando-me de forma retumbante.
No entanto essa angústia de não conhecer-te
embriaga o fluxo da minha alma.
É um amor sem vivência que permanece volátil
ora inerte, ora tomando-me de forma retumbante.
Quem és tu, que ressoa nas brumas do tempo?
Em notas puras de alegria e dor?
Dor que me envolve, pureza que me eleva.
Em notas puras de alegria e dor?
Dor que me envolve, pureza que me eleva.
Espero-te tanto minha querida
Que o tempo perdeu espaço nas dimensões do âmago.
Mas temo envelhecer, virar outono
e descobrir que tu és intensa primavera.
Jovem feito um broto de flor a descobrir o sol.
Que o tempo perdeu espaço nas dimensões do âmago.
Mas temo envelhecer, virar outono
e descobrir que tu és intensa primavera.
Jovem feito um broto de flor a descobrir o sol.
Ainda assim permaneço minha caminhada
na ânsia absurda de poder olhar teus olhos e senti-la
Sentir minhas mãos a acariciar teu corpo
ouvir teus gritos ou tua fala leve e suave
em meus ouvidos completamente atentos.
na ânsia absurda de poder olhar teus olhos e senti-la
Sentir minhas mãos a acariciar teu corpo
ouvir teus gritos ou tua fala leve e suave
em meus ouvidos completamente atentos.
talvez seja loucura amar-te tanto
sem saber de tua existência
sem saber como são os traços de tua face
a vivacidade de teu olhar ante aos meus
sem saber de tua existência
sem saber como são os traços de tua face
a vivacidade de teu olhar ante aos meus
Amo-te naturalmente e sem desespero
porém intenso e irredutível
Esperançoso pela mágica do encontro.
porém intenso e irredutível
Esperançoso pela mágica do encontro.
Leonel Ferreira
São João de Meriti - RJ
06/08/2017
São João de Meriti - RJ
06/08/2017
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Votação resultados
POESIA -maior votação: REM- Natanael Otávio
CAVILAÇÕES 4.29% (3 votes)
O relógio 10% (7 votes)
A Joia sem Pudor 1.43% (1 votes)
Relíquia 1.43% (1 votes)
Tic-tac 4.29% (3 votes)
Impressões sobre o tempo 0% (0 votes)
Tempo 1.43% (1 votes)
Transitório 7.14% (5 votes)
REM 67.14% (47 votes)
Lapso do beijo 2.85%
(2 votes)
MINICONTO -maior votação: A vida de quem ainda não descobriu a internet -Anna Oliveira
1 3.14%
(6 votes)
2 0.52%
(1 votes)
3 11.52%
(22 votes)
4 4.19%
(8 votes)
5 3.14%
(6 votes)
6 27.75%
(53 votes)
7 0.52%
(1 votes)
8 32.98%
(63 votes)
9 16.23%
(31 votes)
10 0% (0
votes)
Minicontos para votação -dia 19 a 23 de janeiro
1
PERDAS SEM GANHOS
Elias Antunes
Este aparelho
que está em minhas mãos não serve para dizer o quanto espero, o quanto andei
atrás, o quanto trabalhei, suei, vinguei, morri e perdi. O relógio está
quebrado.
2
Clara Sznifer
Para correr, acorda o relógio. Para amar, já esqueceu de desacordá-lo!
3
Perda de tempo
José R Siqueira
Descendo
a grande duna, ia meditando sobre sua existência. Não sabia se ia ou vinha de
algum tempo. Meditava. E, nesse estado, deu de encontro com uma barreira de
vidro. A areia ia-lhe fugindo por sobre os pés. Olhou para cima e avistou uma
enorme cobertura de madeira por céu. Veio o estalo natural das descobertas
tardias: seu tempo esgotara.
4
RELÓGIO DE MINHA SALA
Cláudio de Cápua
Aquele relógio cuco, parado, na parede de minha sala, em outra época, já
foi ditador dos tempos. Hoje, sem função, tem um consolo, duas vezes por dia,
está absolutamente certo.
5
Carolina Ramos
No relógio da
Sé, quase meia noite... Sonhava ser feliz! Só uma estrela, no céu da esperança!
Rua deserta...a alma, também! Longe, um vulto! Abriu-lhe os braços... Aquele
Pai Noel, sem lar, dividiu com ela um sonho...sua ceia de Natal. Meia noite!
Uniram-se os ponteiros... eles também!
6
O assassinato do tempo
João Alberto de Faria
e Araújo
Mataram o tempo! Dizia – em
prantos – o relógio de pulso. Seguindo uma pista, os ponteiros das horas
prenderam o dos segundos, que foi visto fugindo da cena do crime. Interrogado,
confessou: um ácido venenoso fora a causa mortis. A pilha, a principal suspeita,
não foi encontrada. Tinha vazado.
7
O TEMPO ENQUANTO FIM
Paulo Silas Filho
O
relógio restava inerte. Seus ponteiros já não mais moviam. O sangue do seu dono
também não mais corria. O alvo foi atingido algumas vezes. Sucesso. Corpo e objeto
foram atingidos. O tempo ali findou, no corpo e no espírito, no concreto e no
abstrato.
8
A vida de quem
ainda não descobriu a internet
Anna Oliveira
Tic-tac. São três e trinta. Tic-tac. O trânsito continua infernal. Tic-Tac. São três e trinta e sete. Tic-tac. São três e quarenta e quatro. Mais dois semáforos
fechados. Tic-tac. Tic-tac. Tic-tac. Passou das quatro. Fica para amanhã pagar o boleto
atrasado.
9
Parto
CRISTINA ALMEIDA CRISPIM
-
Passa o relógio e a mochila! O tic-tac lembra uma
bomba; tudo girando em volta. Faca colada no ventre de oito meses, recuo. "Nem respeita inocente! Pense
rápido..." Abro a pulseira, deslizo na parede e imito fêmea parindo.
Deu certo; foi-se, de medo. Fica a mochila e, no bolso, R$ 800, 00.
10
JAMES
BOND
Roselaine Hahn
O relógio tiquetaqueou
um quarto de hora passado das doze. A maleta abriu-se. A multidão esbugalhou os
olhos na granada, na escopeta, na caneta. O relógio parou no silêncio irritante
de agente secreto. Ao menos ele não disse: “Meu nome é Bond, James Bond.”
sábado, 14 de janeiro de 2017
Poemas selecionados para votação até dia 17 de janeiro
1
CAVILAÇÕES
Elias Antunes
Ruminando os capins da memória.
Manada era seu nome, pois muitos
havia.
Um cão latindo contra o não.
Contra o relógio do tempo.
Esse corpo preso em
Jaulas/apartamentos,
Contaminado pela
Ferrugem dos anos.
O tempo cai como
Chuva de fogo
Sobre esse corpo
Decrépito
Que amou e sofreu.
2
O relógio
Reginaldo Costa de Albuquerque
Velho relógio de parede altivo,
tarde dormita na moldura fria;
cedo palpita em tom evocativo,
num eucológio anunciando o dia.
Às vezes, creio que ele é um ente vivo,
um anjo à toa que a memória cria...
Salta, anda, voa... Canta sem motivo...
E agrada em cheio sua voz macia!
Gentil assim, terá crenças?... Bondade?...
Eis que o jardim trescala uma saudade!
Surge de luto um sonho fenecido...
Num gesto bruto, atira o objeto fora!
Na agitação, o tique-taque implora...
Treme, no chão, meu coração partido...
3
A Joia sem Pudor
Maria Caroline Stone
Me sinto como um estranho
caminhando
em desertos lotados
á passos folheados por um Vazio
sem Pudor
regulado
O teu Amor
costumava ser o meu Rancor
e tua Dor, o sabor
Só que naquele átomo de
instante
- último
verbo dos versos malditos-
dominical,
os seus Olhos tornaram-se as
horas iguais
de um relógio sem pilhas
que me esqueci de explodir
mentalmente
[em minha
ilha].
4
Relíquia
Dayse Sobral
Eu queria guardar todo o tempo dentro de uma caixinha
minúscula, assim tão miúda que coubesse dentro da minha mão. Eu queria
registrar o momento exato da chegada sem esquecer a tua saída. Guardar tantos
olhares fugitivos e os passos mais apressados...
5
Tic-tac
Emanuela Rodrigues
Tic-tac, segue o pêndulo indeciso;
Tic-tac, caem pingos de goteira;
Tic-tac, o cardíaco regressivo;
Tic-tac, no abismo de areia.
6
Impressões sobre o tempo
Thássio Ferreira
À fluidez ácida dos dias e horas
contrapõe-se o bruto imobilismo cáustico dos minutos
rígidos, duros, incomunicáveis,
indissolúveis nos abstratos vazios entre si.
À miscelânea de sóis e luas
e sonos e sons
os minutos permanecem puros,
sem se misturar, sólidos, conflituosos,
relutantes em ceder lugar a seus companheiros?
Não! Seus seguidores? Não! Seus oponentes,
enquanto seus mestres, seus patrões
entregam-se a orgias
mesclando-se e fundindo-se uns aos outros.
Mas essas são apenas impressões sobre o tempo
que as engrenagens dos relógios não podem ouvir...
7
Tempo
Rosana Mezzomo Oliveira
Tanta gente que passa
Tanta gente que fica
Tantos anos sem graça
Tantos anos sem vida.
Mudanças...
Anos viram velhos
E novos
“No meu tempo”
“Agora”
“Daqui a cinquenta
anos”
Mudanças...
Fotos amareladas,
Rosadas, marrons.
Um arco-íris
Na antiga caixa das
recordações.
Momentos vividos
Momentos a serem
vivenciados.
Memórias para
recordar,
Datas importantes,
Dias ruins para não
lembrar,
Tudo está sempre a
mudar...
O relógio não para,
O tempo não cessa,
E a cada segundo
Crio novas memórias
Crio novas ideias
Para sempre guardar.
8
Transitório
Jessyca Santiago
Muro de tijolo maciço,
Telha de forno de barro,
Feira nas manhãs de sábado
Bem cedo em frente a igreja.
Um cão deitado na rua
Observa o carro que passa,
O relógio no centro da praça
Já há muito não quer trabalhar.
Ninguém avisou que é Inverno
Á flor a beira da encosta,
As crianças correm descalças
Por onde o tempo caminha devagar…
De belo e eterno, dizem ser, só o
Sonho, mas a memória eterniza
A brevidade da gente dessa cidade
Que não se importa de com o tempo
Passar…
9
REM
Natanael Otávio
Aproximam-se
Os ponteiros do
relógio
Da hora marcada para
despertar.
Sempre estou voando,
Mas nunca sei aonde
irei pousar.
Por isso estou
deixando
Uma trilha para
saber voltar.
Imagens póstumas e
viventes,
Verdades distorcidas
em sonhos eloquentes:
Um palácio de vidro,
Um gato latindo,
Uma bruxa que, de
repente,
Se transforma em meu
amigo...
Canta à beira de um
lago uma mulher,
Remam em dissonância
dois remadores,
Um para voltar e o
outro para seguir seus labirintos.
Ela estava à beira
de um lago ou de um abismo?
Nua Minha Sua (de)
Ninguém.
Ela irá embora,
Tudo irá embora,
Quando o relógio
despertar.
10
Lapso do beijo
Anderson Carlos Maciel
Soa
Flui, acordo, trôpego
E clichê.
Ele
O tempo, - e você
Dia cinzento
Aqui, dentro, - do peito
Um pleito em te ver
Contra o relógio
Poemas, unguentos das horas
Afora o sentimento
Atômico
Randonômico
Sofro, - olho
Confiro, infiro, - choro
Tropeço nos ponteiros
Dos teus botões
Teus cabelos soam
O alarme do lapso
Do meu beijo.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Divulgação
Cinquenta poemas e uma canção desarmada
Raquel Scarpelli
Neste livro, a autora apresenta alguns poemas de sua autoria. São tratados temas como a liberdade, as naturezas feminina e humana e seu amor pelo Rio de Janeiro.
O livro pode ser adquirido pelo site da editora: http://editoramultifoco.com.br/loja/product/cinquenta-poemas-e-uma-cancao-desarmada-3/
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
O que você faria se encontrasse um ursinho no seu freezer?
Conheça "ÚRSULA E O URSO POLAR" pela editora CEPE.
https://www.cepe.com.br/lojacepe/index.php/livros/ursulaeoursopolar.html
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Divulgação
Está aberto as inscrições para o 1° Concurso Nacional de Literatura Prêmio Maria Firmina dos Reis. O edital pode ser conferido no endereço eletrônico:
http://livromundoo.blogspot.com.br/
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Divulgação
Estão abertas as inscrições para a Antologia de Poesias, Contos e Crônicas LIVRO LIVRE - até o dia 30 de dezembro de 2016.
Pode ser conferido no endereço eletrônico:
http://livromundoo.blogspot.com.br/2016/10/estao-abertas-as-inscricoes-para.html?spref=fb
E também pode ser conferido o concurso literário José Carlos do Patrocínio no endereço:
http://livromundoo.blogspot.com.br/2016/10/i-concurso-literarito-jose-carlos-do.html
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Conversando com o luar
Rômulo Reis
Lua responda-me quem tu és?
Será o olho noturno do criador?
Porque as estrelas a ti são fies?
Formando esse imenso refletor!
Porque as estrelas a ti são fies?
Formando esse imenso refletor!
Eu posso responder para você
Pois não me compreendes de verdade
Não cobro nenhum cachê
Para expor minha claridade
Pois não me compreendes de verdade
Não cobro nenhum cachê
Para expor minha claridade
A minha cor prateada
Ilustra a perfeita nudez
Do sol sou namorada
E causo uma alta embriaguez.
Ilustra a perfeita nudez
Do sol sou namorada
E causo uma alta embriaguez.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
domingo, 11 de setembro de 2016
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Lembranças
Isabel Maria Alves Mezzalira
Como o
triste marinheiro
Deixa em
terra uma lembrança
E a saudade
que o consome,
Assim, nas
folhas da Vida,
Eu deixo meu
pobre nome.
E se nas
ondas da Vida
Minha barca
for fundida
E o meu
coração despedaçado,
Ao ouvir o
canto sentido,
Do pobre
nauta perdido,
Teus lábios
dirão – coitado!
E dos seus
olhos saltará
Uma lágrima
viva e plena,
Que a
tristeza desmanchará,
Dando forças
e alegrias
A quem você
achar.
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
DESAFIO DE AGOSTO-DEZEMBRO 2016
Se você deseja participar do próximo número do Jornal Literário Olaria das Letras envie um microconto (máximo de 3 linhas- Times New Roman 12 com espaçamento) ou um poema para o e-mail:
O TEMA É “RELÓGIO”
Tanto o poema como o conto devem ter alguma relação ou no mínimo uma menção da palavra tema. Usem a criatividade, fujam dos lugares comuns.
Serão classificados 10 contos e 10 poemas, que podem integrar o Jornal. O primeiro lugar no conto e o primeiro na poesia recebem como prêmio simbólico R$100,00 (CEM reais) cada.
As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de DEZEMBRO.
As 10 melhores poesias e os 10 melhores minicontos serão colocados no blog para votação online. As poesias terão período de votação a partir do dia 14 até o dia 17 de JANEIRO e os minicontos do dia 18 a 21 de JANEIRO de 2017, data em que será anunciada a classificação final.
Os classificados até a 10º posição concordam em ser publicados no blog e na página da Olaria das Letras no facebook.
Os candidatos assumem total responsabilidade pela autenticidade dos trabalhos enviados.
O envio implica na autorização para a divulgação dos trabalhos.
1ºLUGAR POESIA - AUTOR -PAULO CÉSAR
1ºLUGAR MINICONTO: QUE RAIVA! -SILAS CAMILO DE
LIRA
Poesia Total Votes132
|
COUNT |
PERCENT
|
|||
|
COUNTRY
|
OVERALL
|
|||
|
COTIDIANO
|
8
|
6.06%
|
6.06%
|
|
|
Guardada no
íntimo
|
1
|
0.76%
|
0.76%
|
|
|
FURIBUNDO
|
4
|
3.03%
|
3.03%
|
|
|
Impossível
|
4
|
3.03%
|
3.03%
|
|
|
RAIVA
|
5
|
3.79%
|
3.79%
|
|
|
Certas vezes
|
3
|
2.27%
|
2.27%
|
|
|
7 autor: Paulo
César
|
60
|
45.45%
|
45.45%
|
|
|
Estereótipo
|
17
|
12.88%
|
12.88%
|
|
|
9- Raiva
|
11
|
8.33%
|
8.33%
|
|
|
10-Raiva!
|
19
|
14.39%
|
14.39%
|
|
Minicontos Total Votes124
|
COUNT |
PERCENT
|
|||
|
COUNTRY
|
OVERALL
|
|||
|
ILUSÕES
|
10
|
8.06%
|
8.06%
|
|
|
Não há de ser o
Lázaro
|
9
|
7.26%
|
7.26%
|
|
|
Escorrega numa
poça (...)
|
1
|
0.81%
|
0.81%
|
|
|
Pronto Socorro
|
5
|
4.03%
|
4.03%
|
|
|
A fúria do
senhorio
|
34
|
27.42%
|
27.42%
|
|
|
Moça pacata
|
4
|
3.23%
|
3.23%
|
|
|
QUE RAIVA!
|
42
|
33.87%
|
33.87%
|
|
|
As penas de Maria
|
6
|
4.84%
|
4.84%
|
|
|
ERA DIFERENTE
|
8
|
6.45%
|
6.45%
|
|
|
Somos nuvens
(...)
|
5
|
4.03%
|
4.03%
|
|
Assinar:
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